Projeto “Conhecer e Aprender” grava o 2º documentário na Fazenda Rio Claro (Venerando)

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Desta vez, os alunos do Colégio Unigrau poderão conhecer todo processo que envolve o cultivo do café

Entrevista e texto: Natália Tiezzi. Fotos: Bruna Pisani Pinhoti

O Projeto “Conhecer e Aprender”, desenvolvido pelo Colégio Unigrau, gravou seu 2º documentário na Fazenda Rio Claro, conhecida popularmente por Venerando. De acordo com a professora Bruna Alice Pisani Pinhoti, o local foi escolhido pela rica história com a produção centenária de café, o qual foi o tema principal das gravações.

“Neste segundo documentário vamos explorar tudo que diz respeito ao café, desde o plantio, colheita, processamentos, produção, torrefação, etc”, explicou a professora.

Além dela, a visita contou com a participação do Padre Rogério Moreira e do casal Valter e Cristina, moradores da fazenda, que contaram e mostraram todas as etapas do café, passando pelo cultivo, os períodos de safra até chegar ao cafezinho nosso de cada dia, que lá foi torrado, moído e coado no tradicional coador de pano. As gravações também vão mostrar uma culinária feita com café e artesanato em argila, tendo como tema.

“Queremos mostrar e resgatar um pouco da história deste grão que vem marcando a região por gerações, garantindo produtividade às terras e muitas riquezas”, destacou Bruna.

Padre Rogério com a moradora Cristina, que explicou a importância do cultivo do café na Fazenda Rio Claro

Após concluído, o documentário será exibido para os alunos da Educação Infantil como auxílio nas atividades padagógicas. “O Projeto objetiva integrar as crianças aos pontos turísticos, culturais e históricos da cidade e a Fazenda Rio Claro é um deles. Embora não tenhamos como leva-los ao local por conta da pandemia, a vivencia virtual está sendo benéfica e produtiva. Pudemos sentir isso com o primeiro documentário que produzimos e abordamos junto aos alunos”, observou.

Para a professora, a interação dos alunos, mesmo que de forma virtual, é essencial para que conheçam os patrimônios históricos e culturais do município e aprendam a preserva-los desde a infância. “Queremos faze-los refletir e conscientizar sobre a importância da natureza em nossas vidas e, claro, sua preservação, assim como de todo patrimônio histórico e cultural rio-pardense”, concluiu Bruna.

O artesanato em argila representando os ‘pés’ de café, que posteriormente será trabalhado nas aulas de Artes junto aos alunos
O senhor Valter, também morador da fazenda, explicou sobre o plantio e a colheita do café, inclusive os meses em que são realizados ao longo do ano
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