A Crônica de Semana: Que falta nos faz a GENTILEZA… E que ela nunca nos falte…
Depois de último vídeo divulgado pelas redes sociais, onde me solidarizo com aquela mãe, e não apenas neste caso, mas cotidianamente, me pergunto: onde foi parar a gentileza?
Ser gentil não é questão de educação, ‘berço’: é uma situação de acolher, olhar com atenção ao próximo, escutar, sempre baseados na delicadeza.

Eu sei que nem todo mundo tem dias bons. Mas é obrigação, principalmente de quem lida com o público, ser gentil. Isso não é o máximo: é o mínimo.
A gentileza anda tão esquecida, ‘saiu de moda’, é engavetada diariamente nos tantos ambientes de trabalho. E pensar que esse modo simples e sutil de agir pode mudar o dia de alguém…
Todos temos problemas, aflições, tristezas, entretanto, quando você vai para o trabalho o melhor é deixar tudo isso em casa. Fácil não é, todavia ninguém precisa sabe-los, muito menos ser atendido por uma pessoa que mal dá bom dia, boa tarde, boa noite.

Quem te busca, independente da função ou emprego que desempenhe ou tenha, merece gentileza, aliás, todos nós merecemos. E podemos coloca-la em prática diariamente, mudando tantas realidades.
O que para você pode ser apenas um bom gesto, para muitos é o único momento de acolhimento, escuta ou amabilidade do dia. Já pensou nisso? Olha o tamanho da ‘responsabilidade’ de nossas ações perante o outro!
Hoje, ao sair para trabalhar ou se já estiver trabalhando, seja qual for o seu cargo, exercite a gentileza: um sorriso, um aperto de mão, uma escuta atenta, um acolhimento cortês não vão lhe custar nada, no entanto podem contribuir a melhorar a manhã, a tarde ou a noite de muitos que hoje cruzarem seu caminho.
E mesmo que você não consiga resolver o ‘problema’ do outro, indique quem, assim, possa fazê-lo. Oriente, mostre o caminho, informe.
Ser gentil com o outro também é uma forma de ser gentil consigo mesmo. Gera uma sensação de ser útil, melhora o astral, dá aquela sensação de dever (bem) cumprido. E quem não gosta de se sentir assim?
Lembre-se: você não é o cargo ou a função que ocupa, seja funcionário de carreira ou indicado: você apenas ‘está’ (como amanhã pode não estar mais), a menos que seja autônomo, que tal qual funcionário, também deve exercer a gentileza (você foi escolhido por alguém, em meio a tantos profissionais, para aquele serviço, trabalho a desempenhar).
Em síntese, seja gentil com o outro (sendo este quem for) da mesma forma que você gostaria que fosse contigo! É uma regra simples e infalível!
Se gentileza gera gentileza, hoje, se inspire e inspire pela sua!
Boa semana, bom trabalho e seja gentil!
Natália Tiezzi





