A Crônica da Semana: O Primeiro Beijo – Você lembra onde foi e com quem?
Aos amigos internautas, iniciamos a semana com uma pergunta que, vez por outra, é lançada em rodas de conversa, na maioria das vezes sendo motivo de alegria, descontração e, claro, boas (ou más) recordações: Você lembra onde foi e com quem foi o seu primeiro beijo?
Quase todos que já passaram por essa experiência marcante têm boas histórias para contar sobre o fato. Interessante é que o primeiro beijo, ou a forma como ele acontece, muda quase sempre de geração em geração.
Os mais experientes, que já passaram dos 60, 70 anos relatam como era difícil se chegar nele naqueles ‘namorinhos’, que geralmente aconteciam dentro de casa, com os olhos atentos dos pais. Já ouvi declarações que se levavam meses e até anos para que o primeiro beijo acontecesse…

Já as gerações dos anos 70, 80, o fato acontecia mais rápido e, geralmente, se tornava ‘namoros firmes’, a não ser que um ou outro realmente não aprovasse o beijo…
As gerações dos anos 90, 2000 tiveram uma adolescência menos rígida e incorporaram o ‘ficar’ – nem sei se ainda existe esse termo. Pularam as etapas do flerte, conversas, pequenas gentilezas e já logo partiam ao primeiro beijo.

Agora não me perguntem como a geração pós ano 2000 encaram o primeiro beijo. Não sei nem se isso realmente importa aos jovens de hoje em dia. Enfim, cada geração com suas expectativas, experiências e realidades sobre o assunto.
Bem, como questionei a todos com quem foi e onde aconteceu a primeira vez que tocaram os lábios com outro alguém, contarei o meu! Dia desses, passando pelo “Ginásio Tartarugão”, lembrei do acontecido. O meu ocorreu exatamente lá, naquela grande arquibancada, num FEMP da vida! Aliás, o Festival de Música da Primavera foi palco para muitos primeiros beijos, namoros, pedidos de casamento, paqueras (mais um termo que acho que está em desuso, mas como sou 40 mais, uso!).
Se não me falha a memória, tudo aconteceu no show do Pepeu Gomes (faz tempo), eu tinha uns 13 anos e foi com um rapazinho, pouco tempo mais velho que eu, chamado Marcos!
O tempo, que nada perdoa e passa a todos, não apaga certas vivências. Boas ou ruins, elas existem. E a do primeiro beijo é uma das que realmente marcam muita gente, de forma positiva ou negativa!
Espero que o seu primeiro beijo tenha sido bom (às vezes não é…). E que você se recorde dele, do lugar, da pessoa, com respeito, em suas memórias, que tenho certeza que você revivei lendo essa crônica!
Um respeitoso e fraterno… beijo, e uma boa semana.
Natália Tiezzi





