Dia do Cliente: Você, comerciante, sabe realmente o que a sua clientela precisa?

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Texto: Natália Tiezzi

Neste 15 de setembro é comemorado em todo o Brasil o Dia do Cliente. Parece até clichê dizer que ele, o cliente, precisa ser atendido com consideração e, acima de tudo, respeito, mas não é tão banal assim. Embora o comércio tenha evoluído nos últimos anos, inclusive na modernização de suas atividades e principalmente agora nesta época de Pandemia com o sistema de vendas on line e entregas delivery, alguns tratamentos básicos como ‘bom dia’, ‘posso lhe ajudar’ e ‘o que você procura’ ainda são peças- chaves para garantir tanto uma boa compra, como uma boa venda.

Desde que o Dia do Cliente foi instituído, em 2003, no Rio Grande do Sul, pelo empresário gaúcho João Carlos Rego, especialista em Marketing e Recursos Humanos, seu objetivo foi criar uma data diferenciada onde os clientes pudessem ser homenageados, ajudando a desenvolver uma relação de fidelidade entre os consumidores e os comerciantes.

Em São José, particularmente, os clientes ainda mantém boas relações com os comerciantes e balconistas, principalmente pela proximidade, por se tratar de uma cidade do interior onde todos se conhecem e pelo bom atendimento praticado, em geral, nos estabelecimentos comerciais. Entretanto, alguns consumidores ainda relatam situações desagradáveis no tocante ao atendimento e não apenas no presencial, mas também via aplicativos, o que é até compreensível diante dessa nova forma de comprar e vender que todos ainda estamos aprendendo a lidar.

“O cliente, com a concorrência acirrada, quer qualidade, segurança, transparência, atendimento de qualidade, condições de pagamento e preço justo. Nosso comércio, serviços e indústria se destaca regionalmente, e para isso a excelência na qualidade dos produtos e serviços deve ser a principal preocupação de gestão dos empresários em geral, principal diferencial que fideliza e conquista os clientes, trazendo benefícios para as empresas que seguem esta linha e com certeza o aumento das vendas”, observou o presidente da ACI, Paulo César Olivieri.

Os que os empresários, comerciantes e lojistas nunca podem esquecer é de investir em treinamentos, que devem ser constantes não apenas para ensinar os colaboradores a conhecer os produtos, suas características e as vendas em si, mas essencialmente a como lidar com o público, cada vez mais exigente e que busca otimização nas compras.

“O gestor deve ter a consciência que o investimento no treinamento do colaborador, cursos de qualificação, até mesmo com incentivos para que o mesmo possa cursar uma faculdade na área que atue é essencial. Com esta qualificação o colaborador visualiza por completo a empresa, inclusive no tocante ao tratamento com o público, e, assim, pode posicionar o cliente com informações precisas para sanar todas as dúvidas”, afirmou Paulinho.

A máxima de que ‘o cliente sempre tem razão’, salvo, é claro, algumas exceções, continua verdadeira, principalmente ainda em tempos de isolamento social e consumo moderado. E, na maioria das vezes, não é difícil agradar ao cliente: basta educação, um sorriso no rosto e, claro, atenção. Lembre-se: aquela pessoa escolheu a sua loja para comprar. Faça jus à essa escolha!

Em tempo: a foto ilustrativa da matéria na página principal do site é de www.solanescentepapeis.com.br

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