Dengue X Automedicação: Alguns remédios podem elevar risco de sangramentos

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Embora com diminuição de casos, a Dengue ainda é uma realidade no Brasil. E a automedicação é sempre um risco à saúde, por não sabemos como aquele fármaco pode interagir com outros medicamentos já em uso ou se há um problema de saúde desconhecido que pode ser agravado por aquela substância.

No caso da dengue, anti-inflamatórios não hormonais (ou não esteroides) e remédios derivados de ácido acetilsalicílico (AAS), muito comuns em medicamentos antigripais, não podem ser utilizados, pois elevam o risco de sangramento gengival e nasal e até mesmo hemorragias.

A procura pelo atendimento de saúde é indispensável para o encaminhamento do tratamento adequado a cada caso.

Os sintomas da dengue começam repentinamente e podem durar entre cinco e sete dias. Em crianças é necessário ficar ainda mais atento, já que os sintomas podem ser confundidos com rubéola, sarampo e gripe.

Os principais sintomas da Dengue são: febre alta, dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjoos, vômitos, manchas vermelhas na pele e dor abdominal (principalmente em crianças).

Medidas simples podem conter o mosquito transmissor, o Aedes Aegypt, como não acumular entulhos, água parada em vasos, lajes, garrafas, pneus, lonas e calhas; manter lixos em sacos plásticos e lixeiras tampadas, secar e tampar ralos, pias e o vaso sanitário após o uso.

A Dengue é uma doença grave e, em alguns casos, pode levar à morte.

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