Cantor Zé Alexandre fala da vitória no “The Voice Mais” e da paixão pela música

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Ele disse que um amigo lhe inscreveu no programa e que ficou surpreso ao receber a ligação da rede Globo de que havia sido selecionado

Entrevista e texto: Natália Tiezzi

Um carisma contagiante. E uma presença de palco marcante. E uma voz que conquistou a todos: desde os técnicos ao público. O www.minhasaojose.com.br traz, com exclusividade, uma entrevista com o grande vencedor do “The Voice Mais”, José Alexandre Gomes Coelho da Rocha e Silva ou simplesmente Zé Alexandre, seu nome artístico.

Com mais de 40 anos de carreira musical, Zé Alexandre se destacou no cenário nacional na parceria longa com Oswaldo Montenegro, ao lado de quem participou de um festival da TV Tupi em 1979 com a canção Bandolins

O cantor e compositor de 63 anos sagrou-se campeão da 1ª edição do programa voltada às pessoas com mais de 60 anos. Representando o time da cantora Claudia Leitte, Zé Alexandre, que interpretou com brilhantismo a canção “Somebody To Love”, de Freddie Mercury, recebeu 39,40% dos votos do público e levou para casa o prêmio de R$ 250 mil, além de um contrato com a gravadora Universal Music. A torcida pela sua vitória foi muito grande em todo o Brasil, inclusive aqui em São José do Rio Pardo e região.

“Tá tudo muito recente. Ainda tô dentro do sonho… não acordei… (risos)”, disse.

Com mais de 40 anos de carreira musical, Zé Alexandre, que é carioca e atualmente reside na capital paulista, se destacou no cenário nacional na parceria longa com Oswaldo Montenegro, ao lado de quem participou de um festival da TV Tupi em 1979 com a canção Bandolins.

Confira abaixo a entrevista na íntegra e saiba mais sobre este grande talento da música brasileira.

Zé Alexandre, como surgiu sua paixão pela música? Você teve alguma influência familiar?
Zé Alexandre: Minha família sempre ouvia música em casa! Minha mãe chegou a se apresentar num programa de calouros do Ary Barroso!

Qual foi sua primeira apresentação em um palco?
Foi no teatro do Setor de Difusão Cultural, em Brasília.

Por que você decidiu se inscrever no The Voice Mais?
Um amigo meu que me inscreveu… Foi uma surpresa quando me ligaram da produção da Globo.

Qual foi seu maior aprendizado durante o programa?
Justamente a frase que marcou toda a trajetória de todos os concorrentes: “Os sonhos não envelhecem”

Você acreditava que poderia ser o grande vencedor? Como resumiria essa vitória?
Acreditava sim. Me dediquei muito pra isso. Essa vitória foi importante porque deu fim a anos e anos de batalha sem reconhecimento.

Quais são suas referências musicais atualmente?
As de sempre: Djavan, Cat Stevens, Chico, Caetano, Gil.

O que achou do programa abrir essa oportunidade aos talentos com mais de 60 anos?
Achei uma grande sacada. Grande porque foi um sucesso total. Muita gente talentosa passou por lá. 

Quais são seus projetos para o futuro?
É muito cedo pra responder concretamente… Mas, por enquanto, trabalhar bem a grande visibilidade que adquiri.

Para finalizar, o que a música significa em sua vida e qual é sua canção preferida para cantar?
A música é como um sentido… Assim como o tato, o olfato, a visão etc, são sentidos. É uma energia curativa. Gosto de cantar qualquer canção do Cat Stevens.

“Essa vitória foi importante porque deu fim a anos e anos de batalha sem reconhecimento”, disse o cantor e compositor

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