Carlos Giovanelli: Há 24 anos fora de São José, ele é Especialista em Investimentos em São Paulo

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O rio-pardense contou, durante a entrevista, detalhes da carreira, que começou em agência bancária e migrou para os Investimentos, trabalho mais personalizado que o conquistou

Entrevista e texto: Natália Tiezzi

O mundo dos negócios, grandes centros urbanos, conhecimento, novas experiências. Tudo isso fez com que Carlos Henrique Giovanelli Elias deixasse São José do Rio Pardo há 24 anos para o desenvolvimento de sua carreira profissional.

O espaço “Cadê Você” desta semana conta um pouco da história desse rio-pardense que, apesar de distante, nunca esqueceu sua terra natal, principalmente por conta da família e amigos que aqui deixou. “São José foi berço da minha infância e juventude, o qual nunca imaginei em um dia sair e já faz mais de 20 anos que estou fora, mas meu coração é rio-pardense e quase todos os finais de semana estou aí”, disse.

Enquanto residiu em São José, até os 27 anos, Carlos Henrique estudou no Colégio Estadual Euclides da Cunha, iniciou a faculdade de Ciências Contábeis em São João da Boa Vista, mas foi transferido para Porto Alegre, a trabalho, e optou por graduar-se em Administração de Empresas. “Fiz MBA em Gestão Estratégica de Negócios Bancários na Fundação Getúlio Vargas, possuo a Certificação da Ancord para exercer a Profissão de Agente Autônomo de Investimentos, além de vários cursos de Investimentos realizados”, explicou.

Ao longo da entrevista, Carlos Henrique contou que atualmente reside em São Paulo, é empresário e possui um escritório de Investimentos. Ele também destacou momentos importantes da carreira, os desafios de morar em grandes centros urbanos e, claro, as saudades que sente de São José do Rio Pardo.

Vamos saber um pouco mais sobre este rio-pardense que está obtendo êxito profissional longe de nossa terrinha? Confira, abaixo, a entrevista na íntegra.

Carlos Henrique, ao centro da foto, com a equipe da Kronor Capital Investimentos, em seu escritório na capital paulista

Carlos Henrique, conte um pouco sobre sua saída de São José.

Carlos Henrique Giovanelli Elias: Morei em Rio Pardo até meus 27 anos e depois fui transferido a trabalho para Porto Alegre/RS, onde morei por 10 anos e atuei como gerente geral de Agência Bancária. Em 2006 fui transferido para São Paulo, onde permaneci até 2014. Em 2015 fui transferido novamente, mas para Santos. Vida de bancário é bem corrida, ora num lugar, ora noutro!

Qual foi seu primeiro emprego na área?

Foi em 1991, quando trabalhei em uma instituição financeira privada, ainda em São José do Rio Pardo.

Onde reside atualmente e qual seu trabalho?

Resido em São Paulo desde 2006. Sou empresário, possuo um escritório de Investimentos, a Kronor Capital Investimentos, e sou Diretor Comercial. Quem quiser conhecer um pouquinho mais sobre meu trabalho e de toda equipe, acesse: https://www.kronor.com.br/quem-somos.html#features12-aq. Sou especializado em Investimentos e possuo Certificação de Agente Autônomo de Investimentos junto a Ancord, sendo autorizado pela CVM e Banco Central na Distribuição de Investimentos e faço isso através da Plataforma da XP Investimentos. 

Em todos esses anos de profissão, qual foi o momento mais importante de sua carreira?

O momento mais importante foi a saída da agência bancária para entrar nesse universo de Investimentos, pois no Banco, como Gerente, somos generalistas, já que temos que comercializar vários produtos como Consórcio, Previdência, Capitalização, Cartão, Créditos etc. Não estou falando mal da profissão de Bancário, ao contrário, os bancários são verdadeiros heróis, tenho muito respeito. Porém, como especialista em Investimentos só focamos na carteira do cliente, indicando as melhores opções de investimentos de acordo com o perfil do Investidor, não vendemos e nem comercializamos produtos. 

E o que é o melhor e o que é o pior em sua profissão?

O melhor da minha profissão é que temos um universo enorme para poder trabalhar, visto que ainda a maior parte dos clientes possuem seus recursos investidos nos Bancos. Agora com a Selic a 2% ao ano e a poupança afundando no retorno real negativo esse cenário vem mudando. Para obter rentabilidade é necessário investir em produtos mais sofisticados e em diversificação, o que torna quase indispensável o acompanhamento de um especialista para navegar em tantas opções disponíveis. Não existe o pior na minha profissão, porém acredito que a falta de Educação Financeira e Conhecimento por grande parte das pessoas dificulta muito nossa atividade, inclusive muitos desconhecem nossa profissão. Mas somos convictos que estamos no caminho certo. Recentemente a XP lançou o “Instituto XP”, projeto para levar Educação Financeira com cursos gratuitos para professores, jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade. Creio que isso ajudará muito essas pessoas a conquistarem aquilo que sempre sonharam. 

O lado pai: Carlos junto às filhas Stefanni e Ingrid

Quais as lições que aprendeu ao morar em grandes capitais, como São Paulo?

Morar em São Paulo, a maior metrópole das Américas, exige uma lição que eu forço em aprender todos os dias: Adaptar-se. Aqui é uma realidade completamente diferente desse paraíso chamado São José do Rio Pardo. A cultura é diferente, a economia move-se diferente, o lazer é diferente, as pessoas são diferentes, os problemas são diferentes e o tempo passa de uma forma diferente. Aqui os gastos para você viver é outro patamar, com um trânsito caótico, violência e uma desigualdade social e outros tantos problemas que assolam o nosso país e esses ficam mais evidentes em uma capital. Temos que maximizar os pros e minimizar os contras para vivermos por aqui.

Qual a sua maior saudade de São José do Rio Pardo?     

A maior saudade é minha mãe que faleceu em 2017. Mas sempre que estou em São José fico mais próximo dela, pois só tenho boas lembranças. São José foi berço da minha infância e juventude, o qual nunca imaginei em um dia sair e já faz aproximadamente 24 anos que estou fora, mas meu coração é rio-pardense e quase todos os finais de semana estou aí.

Para finalizar, quais são seus planos para o futuro?

O futuro a Deus pertence (risos), mas quero muito e acredito ser o desejo de toda a humanidade nesse momento difícil que estamos vivendo com a pandemia de vermos todos vacinados, curados e livres novamente para podermos viver junto das pessoas que mais amamos. Tenho muita gratidão e amo viver, sou do tipo que tudo que acontece na vida de bom deve ser comemorado e agradecer a Deus por tudo, pois os momentos mais difíceis servem para crescermos como seres humanos. 

Carlos Henrique com as irmãs Soraia e Alessandra e a saudosa mãe: “Minha maior saudade de São José é de minha mãe”, destacou.
No registro fotográfico, a reunião da família: o casal Giovanelli Elias, filhos, genro, netas e neto

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