Cerimônia Cívica no Altar da Pátria marca as comemorações dos 157 anos de Rio Pardo 

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O orador da cerimônia cívica foi o professor Marcos de De Martini, que participou pela 3ª vez do evento. O título de sua fala foi “São José do Rio Pardo: 157 anos de muitas Histórias, de Conquistas e de Sonhos”

Texto: Natália Tiezzi. Fotos: Leandro Manetta

Na manhã deste sábado, dia 19, ocorre a Cerimônia Cívica no Altar da Pátria em comemoração aos 157 anos de São José do Rio Pardo. O evento cívico contou com a presença de autoridades locais, entre elas o prefeito Marcio Callegari Zanetti, da vice-prefeita, Algemira Pinheiro de Souza, secretários municipais, vereadores, além de escolas municipais, o Tiro de Guerra 02-038, Ordem Demolay, alunos do curso Técnico em Enfermagem da Fundação Educacional, entre outras instituições.

O orador da cerimônia cívica foi o professor Marcos de De Martini, que participou pela 3ª vez do evento. O título de sua fala foi “São José do Rio Pardo: 157 anos de muitas Histórias, de Conquistas e de Sonhos”, onde se deteve ao espaço da Praça dos Três Poderes e tudo o que representa na história do município, mencionando, ainda, alguns personagens memoráveis da cidade como os professores Márcio José Lauria, que faleceu recentemente, Rodolpho José Del Guerra, que muito contribuíram à Educação e à preservação da memória rio-pardense.

Marcos de Martini emocionou a todos com seu relato histórico, fazendo com que os rio-pardenses mais experientes relembrassem passagens marcantes da cidade, e os mais jovens refletissem sobre a história de ontem e de hoje de São José do Rio Pardo, inclusive às futuras gerações.

REGISTROS HISTÓRICOS

De acordo com informações públicas da Câmara Municipal, São José do Rio Pardo foi fundada em 4 de abril de 1865, conforme ata de fundação transcrita do “Livro de Reuniões dos Fundadores da Capela de São José do Rio Pardo”, encontrado na Fazenda Tubaca.

Alguns fazendeiros, em 1865, traçaram planos para edificar uma capela, primeira etapa para a criação da futura Freguesia: a Capela, para a população, além de representar a assistência religiosa ao lugarejo, era a esperança de autonomia política, que adviria com a Freguesia.

“E muito destes registros históricos foram também encontrados, estudados e catalogados pela saudosa Amélia Franzolin Trevisan, que tanto quanto os professores aqui citados nesta cerimônia, contribuiu para a história rio-pardense, resgatando-a e preservando-a para que pudesse ser contada, lembrada e respeitada, e mais que isso, conhecida como ela realmente ocorreu”, concluiu o professor Marcos De Martini, emocionado ao se referir à dona Amélia.

Durante a cerimônia cívica e após a explanação do professor Marcos De Martini também ocorreram apresentações com a participação da Corporação Musical, Tiro de Guerra e das escolas, que sempre encantam a todos com a participação das crianças, selando, assim, o evento cívico.

CONFIRA ALGUNS MOMENTOS DA CERIMÔNIA NO ALTAR DA PÁTRIA

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